ENTRAR NO SITE
 
  Português   Español   English  
 


 
  Esoterismo
 Título: A herença dos Faraós Data: 26/10/2011
 
Por Helena Gerenstadt ( terapeuta holística)



A HERANÇA DOS FARAÓS




Uma vez, no meio do deserto, surgiu a civilização mais esplêndida de toda a história. Trinta séculos conseguiram sobreviver; em 3.000 anos inventaram a escrita, o calendário e a medicina, as pirâmides, as múmias e os Reis Deuses.

A herança dos faraós nunca foi repartida, conforme testamento, e infelizmente foi manipulada, despojada e disputada, contra a vontade dos reis deuses. Por isto, certamente, seus impenetráveis segredos ainda não foram revelados aos mortais. Com relação aos monumentos, tudo foi dramático para o legado do antigo Egito. Ninguém respeitou a vontade dos pais da civilização, apesar de que os faraós deixaram claros desejos, transcritos por seus sacerdotes nas inscrições colocadas nas tumbas e nos templos, onde se advertia aos homens que não deveriam perturbar a viagem para a eternidade.

O Egito atual é um país com 56 milhões de habitantes e como raça são bastante diversos. No sul do país existem os núbios, que ainda celebram alguns rituais em torno do Nilo, que fazem lembrar às cerimônias de veneração que se ofereciam há 5.000 anos para este rio benfeitor. É um rito de benção do recém nascido. As mulheres núbias fazem desenhos, de inspiração faraônica, em suas cestas de vime, utilizadas para entrega de oferendas ao Nilo, com sementes; assim como nas fachadas das casas, para imortalizar algum acontecimento importante. Os núbios viveram durante muitos séculos nas terras dos faraós
Nas terras médias vivem os egípcios com uma fisionomia diferente dos núbios, com tradições copto-cristãs. Na cidade do Cairo existem o resultado de uma grande metamorfose de todos os egípcios, de todos os tempos. Um pouco mais ao norte, em Alexandria, existem outros tipos de egípcios. Alguns com sangue grego e outros com sangue italiano.

No início do século passado, o Egito foi lugar de uma autêntica febre de exploração. A expedição militar de Napoleão entre 1789 e 1799 teve uma grande ressonância por toda Europa. Em pouco tempo se escutava mais o francês que o árabe nas ruínas de Mênfis e Luxor.

Apesar da epopéia do redescobrimento do antigo Egito, muitas questões foram surgindo, e a mais surpreendente é de como construíram as pirâmides, como foram capazes. Nunca se havia visto construções tão sólidas como as pirâmides. Certamente o motivo teria sido de puro instinto de sobrevivência. De acordo com suas crenças, era a única forma de manter o mundo a salvo do caos.

Mil anos depois da construção das pirâmides de Gizeh, o grande faraó Ramsés II teve que restaurar a parte externa do monumento funerário de Keops.
Um milênio depois visitou a esplanada de Gizeh um intelectual grego, o historiador Heródoto. Extasiado se perguntava como tudo aquilo era possível.
Muito mais tarde, Napoleão pronunciou no local: “Soldados! Pensem que desde o alto destas pirâmides, quarenta séculos os contemplam”.

É inevitável perguntar como construíram, ou melhor, como foram levantadas as pirâmides e por que. A fascinação que desperta um monumento tão antigo e singular como a Grande Pirâmide de Keops, cria interpretações fora do âmbito da arqueologia. Alguns pensam que se trata de uma gigantesca Bíblia de pedra, cujos elementos arquitetônicos esconderiam, codificados, arcanas revelações de caráter iniciático. Outros acreditam que foi construída com a ajuda de tecnologia de fora deste planeta, e que estava destinada a servir, em tempos remotos, de ponto de referência para a aterrissagem de potentes naves. Também pensam que sua forma geométrica tem o poder de concentrar a energia cósmica, que entre outras funções, seria para preservar incorrupto o cadáver do faraó, depositado justo no centro da construção. Outra hipótese assegura que a Grande Pirâmide é um maiúsculo calendário universal, onde, pela disposição de corredores e câmaras, poderia ler o passado e o futuro de toda a humanidade, e também poderia ser uma chave para descobrir os mistérios das matemáticas e da geometria cósmica.


por Helena Gerenstadt - gerenstadt@terra.com.br
Terapeuta Holística, atuando com a Numerologia Pitagórica e a Árvore da Vida, Tarot Egípcio, Reiki, Radiestesia e Radionica, e outras ferramentas. Ministrante de vários cursos - vide site www.agarta.com.br
Visite o Site do autor








 
 

 

tarô do amor - tarô das bruxas - tarô de Marselha - tarô da espiritualidade - tarô do trabalho - tarô do dia
tarô da sorte- tarô do sexo - bola de cristal - dadomancia -baralho cigano - dominomancia -jogo de runas
jogo de buzios - cartomancia - oráculo do amor - numerologia do amor - runas do amor -oráculo dos chakras